segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

ESTRANGEIRISMO II

Série Questão de Língua da TV Anísio Teixeira nos convida a uma reflexão sobre a utilização de palavras estrangeiras, muitas vezes "preferíveis" aos termos do nosso vernáculo, além de ser uma ótima introdução para uma divertida aula de Inglês.






quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

FAÇA ACONTECER - TV ANÍSIO TEIXEIRA


Já está disponível no Ambiente Educacional Web a série FAÇA ACONTECER, da TV Anísio Teixeira. Trata-se de uma produção independente, realizada pelos educadores que compõem a equipe da TV, realizada em Salvador e mais 5 cidades da Bahia. Em cada edição, um dos alunos que se destacaram nos festivais da Secretaria da Educação, a saber, FACE, TAL, AVE e Feira de Ciências. Buscamos mostrar o ambiente escolar de cada aluno(a), seus professores, familiares e amigos. Confira.

 
Episódio 1 - Ana Beatriz
Estudante do CETEP - Ibotirama - BA
Premiada no FACE/2011



 
Episódio 2 - Rodrigo Gomes
Estudante do C. E. Raymundo Gouveia - Salvador - BA
Selecionado para a Escola de Dança do Teatro Bolshoi no Brasil/2011



 
Episódio 3 - Pablo de Jesus
Estudante do C. E. Jubilino Cunegundes - Morro do Chapéu-BA
Premiado no AVE/2010



 

Episódio 4 - Ênio Ribeiro
Estudante do C. E. de Paramirim-BA,
Premiado no TAL/2011 




Episódio 5 - Mirela Andrade
Estudante do C. E. José Lourenço - Jeremoabo - BA,
Premiada na Feira de Ciências da Bahia/2011 e na
 Feira Brasileira de Ciências e Engenharia - FEBRACE/2012
 
 


Episódio 6 - Lucas Borges
Estudante do C. E. N. Sra. de Fátima - Fátima - BA
Premiado na Feira de Ciências da Bahia/2011 e na
Feira Brasileira de Ciências e Engenharia - FEBRACE/2012

DA SALA DE AULA PARA O ESTÚDIO

Aqui está uma breve participação como apresentador do Almanaque Viramundo, a revista eletrônica da TV Anísio Teixeira. Não foi nada fácil a missão de substituir Marcelo Praddo, aliás um dos professores que tivemos, na área do audiovisual. Atentem para a quantidade de materiais disponíveis para uso pedagógico, nas matérias apresentadas.















domingo, 9 de setembro de 2012

CELEBRAÇÃO EM JEREMOABO


Cheguei à cidade perto do meio-dia. Jeremoabo parecia ainda não ter despertado. Tudo estava calmo e quieto. Intenso, mesmo, somente o sol que queimava, impiedosamente. Mesmo assim, caminhei pelas ruas para ver se encontrava viv’alma! Parecia que todos tinham deixado a cidade. Fazia tempo que não ouvia um silêncio tão grande quanto aquele, que só era interrompido pelos passarinhos, já (ou ainda) empoleirados nas várias árvores que se espalham pelas ruas da cidade. Seria por causa do sol forte?

Mais tarde, nuvens trouxeram a sombra e, de repente, um som rasgado de moto anunciou o que viria. Era a entrega de uma gravata vermelha a um garoto vestido de branco, numa porta que se abriu. Na frente de outra casa, um cavalo tomava banho de xampu, enquanto outros eram escovados e adornados. Na rua principal, há pouco deserta, mulheres com vassouras de palha, retiravam, apressadamente, folhas e gravetos, enquanto um palanque ia ficando pronto na frente da prefeitura. Parecia (e era) um grande trabalho em equipe!

A cidade parecia voltar à vida. De vários pontos começaram a surgir duplas, trios, bandos de personagens e heróis, a pé, de bicicleta, a cavalo, mais carrinhos de pipoca, de picolé, de algodão-doce, enquanto a voz possante de um locutor, num carro de som, contava a História. Mais portas se abriam e delas saíam senhoras carregando cadeiras, para assistir a tudo sentadas. De um lado e de outro os olhos brilhavam.

Fazia tempo que não via algo assim, preparado com tanta paixão e por tanta gente, pois era 7 de setembro.

Do nada, de repente, tudo se fez! E a rua se encheu de gente, de alegria e de muita expectativa. Um clarim anunciou e um estampido ecoou: bumbos, pratos, cornetas e caixas de repique, numa cadência impressionante, fez tudo vibrar. Das crianças os pés obedeciam ao compasso, enquanto seus olhinhos se perdiam em meio a tanto o que se ver. A História começava a passar por elas, marchando, dançando, representando e reconstituindo o que fomos, o que somos e o que seremos. Nos carros alegóricos os estudantes eram Soldados, Zumbi, Joana Angélica, Tiradentes, D. Pedro, Negros, Índios, Trabalhadores... No chão os pés socavam as pedras, sob o comando de maestros e maestrinas.

Não pude deixar de notar o quanto ainda refletimos o longo tempo que passamos sob a ditadura militar, mas percebi, também, o desejo de celebrar de outros modos. Nada contra a disciplina rígida, aliás, cada vez mais necessária na educação dos nossos jovens, mas que Deus nos livre dos grilhões! Na verdade, o brilho da festa foi muito mais intenso. Parabéns, Jeremoabo! Parabéns aos alunos e a seus professores!
Creiamos que somos livres!

Geraldo Seara.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

COSME DE FARIAS - MEMÓRIAS DA EDUCAÇÃO

Fala, pessoal!

Hoje queremos falar sobre “memórias da educação” através da emblemática figura de Cosme de Farias.

Como jornalista, educador, advogado ou político, mantinha-se fiel ao seu ideal de assistir aos(às) menos favorecidos(as), de iletrados(as) a perseguidos(as) da justiça.

Nascido no subúrbio de salvador em 1875, ele se destacou à frente de projetos tão importantes para a Bahia, apesar de ter apenas o curso primário, num país em transição de império para república e de abolição recente da escravatura. Seu interesse pela educação, nesse contexto, era visível, pois via na escola o caminho para a libertação daquilo que considerava uma segunda escravidão – o analfabetismo. Aos 14 anos, deu início à Campanha do ABC e, em 1915, criou, junto com amigos, a Liga Baiana contra o Analfabetismo. Ficou conhecido como “Advogado dos pobres” por conta da defesa dos(as) que não tinham condições de pagar um profissional da área jurídica. Mesmo sem diploma de Bacharel exercia a profissão como advogado provisionado, por meio de autorização especial da Justiça. Assim, defendeu gratuitamente mais de 30 mil clientes. Entre seus muitos casos bem sucedidos, está o de ter conseguido o habeas-corpus em favor da cangaceira Dadá, a viúva do cangaceiro Corisco, em 1942. Na política iniciou-se em 1910.

Ao longo de sua vida, fundou e ajudou a manter cerca de 200 escolas de alfabetização de jovens e adultos, espalhadas pela capital e interior. Entre os materiais distribuídos gratuitamente, estavam as cartilhas elaboradas por ele mesmo. Antes de morrer, Cosme de Farias deixou um texto em que rogava aos confrades da Liga Baiana contra o Analfabetismo, que não deixassem a instituição desaparecer, porque seria uma tristeza para a Bahia.

Hoje, Cosme de Farias consta entre os nomes dos(as) que dedicaram grande parte de seus esforços pela Educação no Brasil. Seu legado e história de vida constituem patrimônio que deve ser sempre trazido à memória, para o bem da Educação, fonte que é de inspiração para atuais e futuros(as) educadores(as), jornalistas, advogados(as) e políticos(as).

Confiram o episodio especial do programa da TV Anísio Teixeira “Máquina de Democracia”, sobre este importante educador baiano – Clique aqui!

“Máquina de democracia, é um programa de jornalismo especializado em Educação para a Rede Pública de Ensino da Bahia. A série tem a missão de fomentar a discussão e a reflexão, ampliando o conteúdo curricular, além de socializar experiências educacionais exitosas.”

Professor Geraldo Seara

Rede Anísio Teixeira

Fonte/imagem: http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/1547


Publicado no Blog do Professor Web
















quinta-feira, 12 de julho de 2012

ANÍSIO TEIXEIRA

Produzido pela TV Escola, o documentário (abaixo) revela mais nuances desse nosso grande baiano, através de um farto acervo de imagens e de depoimentos. Parabéns a todos que, como Anísio, o aniversariante deste dia, também se empenham pela educação no nosso país.

terça-feira, 10 de julho de 2012

TUTORIAL WIKI

Para os que fazem uso dos ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), algumas ferramentas ainda causam confusão. Por sua complexidade, as Wikis dão um pouco de trabalho, mas são fáceis de usar. Eis um tutorial para ajudar os iniciantes: