sexta-feira, 29 de junho de 2012

CAMPANHAS EDUCATIVAS

Selecionei esta série de campanhas educativas que foram produzidas pelos professores da rede estadual que atuam na TV Anísio Teixeira. Os vídeos encontram-se no Ambiente Educacional Web, acompanhados de guia pedagógico, com fundamentação teórica para a série e sugestões de uso em sala de aula.

COMBATE AO PRECONCEITO RACIAL



Veja também:

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL



Consulte o Guia Pedagógico que acompanha a série.

sábado, 23 de junho de 2012

ESL PARA ESTUDANTES DE INGLÊS


Aos futuros professores de Inglês e aos que já atuam em sala de aula, apresento um tutorial para uso do site  Randall's ESL Cyber Listening Lab, que já tinha indicado antes. Vejam as instruções que vão ajudá-los a usufruir melhor do material disponibilizado.


Randall classifica as gravações de acordo com o nível de complexidade para os falantes não nativos. Cada gravação vem acompanhada de exercícios de pre-listening, listening e completing quiz. Quanto aos direitos autorais, basta mencionar a fonte, caso venham a utilizar o material em suas aulas, segundo informações do próprio autor.

Geraldo.

P.S. Gravei o vídeo utilizando o VirtualDub, um editor de vídeo freeware (código aberto), que também pode ser usado para captura de tela. Esse vídeo nada mais é do que a gravação da tela do computador.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

AULAS COM A TV ANÍSIO TEIXEIRA

SUGESTÕES PARA AULAS COM A SÉRIE “ANÔNIMOS”

Geraldo Seara

Esta série apresenta cidadãos que exercem atividades comuns ou incomuns, mas que chamam a atenção, pelo jeito como procedem, com seus savoir faire próprios. Tomemos como exemplo Seu Antônio, vendedor de picolé, que é o personagem do Almanaque Viramundo, edição nº 1. Consulte o Guia Pedagógico.

Nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo, podemos abordar os usos da língua em diversas situações (formal / informal), a partir da fala de Seu Antônio (sem qualquer juízo de valor):


- Como ele se expressa?

- Como se expressam outras pessoas que falam dele no vídeo?


Podemos iniciar uma conversa, logo após a exibição do vídeo, permitindo aos alunos uma discussão sobre o que assistiram, com a ajuda de mais perguntas, tais como:


- O que podemos inferir sobre história de vida de Seu Antônio?

- De onde ele veio?

- Como é sua família?

- Que planos ele tem para o futuro?

- O que ele pensa sobre a educação?


Podemos utilizar esse recurso como base para a escrita de textos sobre o personagem em questão, extraindo da discussão com os alunos os elementos da narrativa (quem, o que, quando, onde, etc.).

Por sua natureza, o vídeo proporciona a interdisciplinaridade. Além dos assuntos de Língua Portuguesa, podemos tratar de Sociologia, Filosofia, Matemática, Geografia, Gestão.

Em Matemática, por exemplo, podemos lançar desafios aos alunos, com questões tais como:


- Qual a renda mensal aproximada de Seu Antônio, considerando a quantidade e o preço dos picolés que vende por dia?

- Qual o valor arrecadado ao final de cada dia, sabendo-se o valor de cada unidade de picolé?

- O que quer dizer a expressão “em média”?

- Qual é o volume cúbico da caixa de picolé?

- O que é peso líquido?


Em Gestão Empreendedora podemos abordar o esforço de Seu Antônio:


- Como Seu Antônio vende seu picolé?

- Há quanto tempo ele faz a mesma coisa? (25 anos)

- Seu Antônio poderia estar em outra posição? Qual? Como?

- Você conhece alguém que já mudou de profissão / ocupação?

- O que pode ser feito para otimizar a venda de Seu Antônio?

- Qual o conselho que Seu Antônio dá?



Em Sociologia e Filosofia, podemos abordar a própria vida de Seu Antônio:


- O que é verdade?

- O que é educação para Seu Antônio?

- Que intervenções na realidade ele promove?

- Que importância tem o discurso de Seu Antônio?


Em Geografia, o professor Peterson Azevedo sugere trabalhar:


A territorialidade presente nas falas do personagem nas quais ele se reporta às suas raízes e aos ensinamentos que recebeu dos pais, e que luta para passar para os filhos.

Noção de lugar como categoria geográfica, apresentado pelo curso percorrido pelo personagem, abordando as categorias da geografia urbana como referências (ruas, elementos urbanísticos).

Os aspectos que conferem a organização e construção dos espaços geográficos apresentados pelo programa, discutindo os efeitos do capital, nessa construção espacial.


Estas são apenas sugestões. Sabemos onde uma aula com vídeo pode começar, mas onde pode acabar - se acabar - não podemos precisar!

Um abraço.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

INDIOS CANTAM XOTE ECOLÓGICO EM PARIS

Juntando o período junino com a Rio+20, me veio à mente, entre muitas vozes, a de Luiz Gonzaga e seu Xote Ecológico, conhecido em alguns lugares do mundo, tanto pela fama do Velho Lua, quanto pelo teor da letra cujo sentido ecoou quando grupos, como o do vídeo indicado abaixo, se apresentaram mundo afora, espalhando nossa cultura e nossas preocupações.

O período agora é de xote, xaxado e baião, mas é também para continuarmos pensando o futuro do planeta e sobre quem vai pagar a conta da sustentabilidade. Assim, com um pé cá e os ouvidos lá, respiramos melhor sabendo da aprovação do texto da Rio+20 proposto pelo Brasil. Sabemos ser ainda um rascunho, mas já temos um começo, após uma longa madrugada de debates.

Sobre o famoso Xote, veja o que os Ashaninka - uma tribo do Acre - fizeram em Paris, cantando em sua própria língua e acompanhados por banda e orquestra.


Saiba mais sobre a Rio+20 no Blog do Professor Web.


Sobre aulas planejadas a partir do Xote Ecológico indico as seguintes: Aula 1 | Aula 2

E, de presente, eis uma lista com a obra do Velho Lua, pra matar a saudade.

Abraço,

segunda-feira, 9 de abril de 2012

ALMANAQUE VIRAMUNDO - EDIÇÃO 12

O Almanaque Viramundo é a revista eletrônica da TV Anísio Teixeira. Foram produzidas 12 edições, acompanhadas de guia pedagógico. Nesta edição, destaco o quadro Bahia Assim (final do programa) que apresenta o bairro de Pirajá, um dos cenários para a batalha do 2 de Julho.




Consulte o Guia Pedagógico da série.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

SER PROFESSOR - EIS A QUESTÃO



Homenagem da Secretaria Estadual de Educação da Bahia e dos estudantes aos professores da rede pública de ensino - Campanha Todos Pela Escola.

Um vídeo de Toni Couto.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

REDE ANÍSIO TEIXEIRA NA FLICA



Foto: Peterson Azevedo



Começa a Festa Literária Internacional de Cachoeira


Por: Joalva Moraes

A primeira Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) foi aberta na noite da terça-feira (11), no Convento do Carmo. A cerimônia de abertura contou com a presença de políticos e de representantes da cultura e das artes baianas, como Albino Rubim - Secretário da Cultura da Bahia, Olívia Santana - Vereadora de Salvador, Lourival Trindade - Secretário da Cultura e Turismo de Cachoeira, Amélia Maraux, representando o Secretário da Educação, Osvaldo Barreto, Iara Sydenstricker - roteirista, Guilherme Maia – professor da UFRB, Jackson Costa e Ricardo Bittencourt – atores.



Os organizadores da Flica disseram que pretendem inaugurar um novo formato para os eventos de literatura, estimulando a leitura a partir de uma maior interação entre escritores e seu público, além de investir na tríade Cultura – Educação – Turismo. Para tanto, contaram com parcerias de órgãos públicos e de grandes empresas.

O Secretário da Cultura e Turismo da cidade de Cachoeira, Lourival Trindade, afirmou que esse evento é um divisor de águas para o município por sua relevância: “Faltava esse evento para consolidar Cachoeira como uma cidade que possui um apelo cultural muito forte”.
Após essa cerimônia, o jornalista Jefferson Beltrão convidou Fernando Morais, Raquel Cozer e Miguel Sanches Neto para comporem a primeira mesa da Festa. Num bate-papo descontraído, os participantes debateram temas, como o panorama atual da produção literária brasileira, o mercado literário, o poder das editoras, a pirataria.





Fernando Morais, conhecido pelos seus livros biográficos, explicou a função da sua literatura: “Desenterrar o defunto e colocá-lo para andar como se estivesse vivo, sem canonizar ou crucificar”. Sobre o alto preço dos livros no Brasil, Morais disse que isso só terá solução com políticas públicas que invistam na Educação Pública de qualidade, como idealizou, no passado, o educador Anísio Teixeira e na implantação de bibliotecas públicas que possuam um acervo atualizado, em todo o país.
Miguel Sanches Neto, que além de escritor é também doutor em Letras, declarou que a Literatura no Brasil, dentro da produção cultural, é a menos valorizada, uma vez que existe um descaso com a literatura contemporânea nacional. Para ele, o escritor não precisa se render ao mercado, considerando o conceito de long seller (resultado a longo prazo). 

Já a jornalista especializada em literatura e mercado editorial, Raquel Cozer, informou que a produção literária nacional da atualidade é intensa, mas que é muito raro um autor desconhecido ter seu livro publicado pelas grandes editoras. Raquel declarou também que os livros nacionais que mais vendem são os de não-ficção.

A noite terminou com o show, aberto ao público, da Orkestra Rumpilezz, na Praça Cachoeira, no porto da cidade.



Fotos: Peterson Azevedo